segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O Serviço autentico nesta dispensação!


Marta, porém, andava preocupada com muito serviço; e aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá que minha irmã me tenha deixado servir sozinha? Dize-lhe, pois, que me ajude. Lucas 10:40

O ideal do serviço impulsionado, pelo ideal do sucesso, representa uma grande motivação no envolvimento das pessoas. Há um empenho muito forte por trás do caminho do desempenho. As pessoas ficam assoberbadas de serviços, porque buscam a aceitação, mediante a execução de tarefas, que apresentem os talentos e a qualidade de uma personalidade de sucesso. Para muitos, a maior glória, não é ter mais que os outros, mas é servir de uma maneira mais intensa que os outros. Muito serviço aparentemente desinteressado esconde no seu bojo a idéia de aprovação, e busca resultados de êxito, que comprovem a importância e grandeza de seus ideais.

Marta se encontrava ocupada com muitas tarefas, preocupada com os resultados favoráveis e implicada com a atitude de sua irmã. Normalmente as pessoas que estão envolvidas com o desempenho de suas vidas, se complicam em muitas empreitadas, se confundem nos labirintos das inquietações, e se intrometem inadequadamente na vida alheia. O excesso de ocupação, pressionado pelo peso da preocupação e coagido pela implicação do comportamento dos outros, causa um desgaste profundo na personalidade e uma impropriedade virtual no humor. Marta se encontrava estressada em virtude de seu trabalho motivado pela expressão do sucesso a todo custo, e pela atitude irritada do seu vitimismo.

Muitos de nós vivemos assim: nos ocupamos em muitos trabalhos; nos preocupamos com seu comprimento; e nos chateamos com as atitudes e reações indiferentes das pessoas, diante dos papéis que estamos desenvolvendo. Assim, o nosso serviço, atrelado às metas do sucesso, se torna um fardo extremamente pesado e insuportável. É por isso que muitos de nós acabam embaraçados na crítica amargurada e sucumbem na depressão estressante.

O serviço verdadeiro é aquele que é executado sem a coação do êxito. Nosso alvo deve ser serviço, não sucesso. Se trabalhamos pela alegria do serviço, não nos preocupamos com os alardes dos seus efeitos. A impressão causada pela opressão dos resultados acaba na depressão de espírito e na repressão dos relacionamentos. Aqueles que estão impulsionados pela pressão do desempenho terminam realizando um serviço obrigado, tenso e murmurante. Neste clima, o trabalho se constitui numa escravatura, cujas grilhetas invisíveis se estampam nos sentimentos desmotivados e nas tarefas executadas sob o humor, constrangido do encargo. Nada é mais insípido do que o serviço desempenhado sob a hipoteca do dever e caucionado pela determinação do sucesso. Aquilo que você deve fazer, para que tenha sucesso e seja aceito – é um aprisionamento do espírito do serviço. Quando, pois, deres esmolas, não faças tocar trombetas diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem vistos pelos homens. Mateus 6:2. Temos aqui um outro prisma de um serviço adequado. A busca de aprovação dos homens tem sido a causa de muitas distorções na qualidade do serviço. Mais nos preocupamos com os relatórios e opiniões, do que com a execução despretenciosa de nossas funções. Um serviço legítimo é aquele que é levado a efeito sem as exigências de uma moral externa e sem a cobrança interna de dar satisfações aos outros. Não há interesses subalternos nem recompensas embutidas na trajetória de um serviço autêntico. O servo que serve para servir, serve como servo livre e desempedido, sem as exigências dos empregados e as obrigações dos escravos. Um serviço isento das exigentes expectativas externas e incentivado pelo caráter sublime da alegria de servir, tem conseqüências extraordinárias tanto em quem o pratica como para quem é determinado. Servir sem esperar a recompensa é servir já recompensado. Servir bem sem a preocupação de dar um relatório, ou de buscar o aplauso dos outros, para o nosso serviço, é um estado de libertação que nos garante um desenvolvimento sincero e desapaixonado.

Há um pensamento do reverendo H. H. Hobbs que amplia um pouco mais a idéia do serviço. Diz ele: O mundo mede a grandeza de um homem pelo número de pessoas que o servem; enquanto que os Céus avaliam a estatura dos homens pelo número de pessoas a quem eles servem. Servir ao maior número possível sem se servir deste serviço, para desenvolver o seu prestígio. Servir sem a conotação de vítima, sem o alarde do relatório, sem esperar a recompensa, sem o manuseio dos interesses é um serviço do espírito do evangelho: Então, enquanto temos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé. Mas, quando tu deres esmola, (e fizeres o bem), não saiba a tua mão esquerda o que fez a direita. Gálatas 6:10 e Mateus 6:3. O serviço cristão não escolhe a quem servir, não limita a quantos deve servir, nem proclama aos quatro ventos o serviço realizado.

Por fim, o serviço que traz as marcas do evangelho de Jesus Cristo, não se relaciona com a idéia de grandeza: Levantou-se também entre os discípulos uma contenda, sobre qual deles parecia ser o maior. Ao que Jesus lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que sobre eles exercem autoridade são chamados benfeitores. Mas vós não sereis assim; antes o maior entre vós seja como o mais novo; e quem governa como quem serve. Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, estou entre vós como quem serve. Lucas 22:24-27. Não há qualquer manifestação de orgulho ou ostentação no serviço realizado dentro do reino de Deus. Se nós nos vangloriamos dos nossos serviços é porque estes foram realizados com a finalidade de nos projetar, e isto significa claramente falta de regeneração. Só o ego vivo e ativo quer ser reconhecido. O egoísmo é a causa do serviço propalado. O engrandecimento com os serviços prestados é uma total ausência de um coração transformado. O serviço nunca pode tornar-se escravidão para aquele que ama, nem tão pouco um trampolim de lançamento. Quem serve de verdade não se serve do serviço para conseguir se ressaltar. E um ego crucificado é o único veículo de um serviço autêntico.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Aprendendo com Jesus a descansar nos braços do Pai


Ministramos sobre este assunto na reunião dia 8/08/2010 e creio aprendemos um pouco mais da Pessoa de Jesus e seus inumeros ensinos para nossa vida!
MARCOS 4: 35 AO 38

NAQUELE DIA, SENDO JÁ TARDE, DISSE-LHES JESUS: PASSEMOS PARA A OUTRA MARGEM. E ELES, DESPEDINDO A MULTIDÃO, O LEVARAM ASSIM COMO ESTAVA, NO BARCO; E OUTROS BARCOS O SEGUIAM.
ORA, LEVANTOU-SE GRANDE TEMPORAL DE VENTO, E AS ONDAS SE ARREMESSAVAM CONTRA O BARCO, DE MODO QUE O MESMO JÁ ESTAVA A ENCHER-SE DE ÁGUA.
E JESUS ESTAVA NA POPA, DORMINDO SOBRE O TRAVESSEIRO; ELES O DESPERTARAM E LHE DIZEM: MESTRE, NÃO TE IMPORTA QUE PEREÇAMOS !

JESUS ESTAVA NO BARCO COM OS DISCÍPULOS, E ELE HAVIA DADO UMA PALAVRA DE ORDEM PASSEMOS PARA O OUTRO LADO DA MARGEM, E INESPERADAMENTE SURGI A TEMPESTADE, VENTOS CONTRÁRIOS, E ENQUANTO OS DISCÍPULOS SE DESESPERAVAM, DOMINADOS PELO MEDO, PELA INSEGURANÇA, JESUS DORMIA TRANQUILAMENTE EM PLENA TEMPESTADE.
O MEDO, A FALTA DE FÉ, GERA A CEGUEIRA ESPIRITUAL, ERA IMPOSSÍVEL O NAUFRÁGIO DAQUELE BARCO, PORQUE JESUS ESTAVA DENTRO DELE, O PRÓPRIO DEUS NA PESSOA DE JESUS CRISTO, MAS MESMO COM JESUS NO BARCO OS DISCÍPULOS DEIXARAM SE LEVAR PELO MEDO DA TEMPESTADE, PELO BARULHO DOS VENTOS CONTRÁRIOS, E O DIABO ELE APROVEITA OS CORAÇÃO DO HOMEM A DÚVIDA, O MEDO, NEUTRALISAR A FÉ, MAS COM CRISTO NO BARCO TUDO VAI MUITO BEM, NÃO IMPORTA O TAMANHO DAS ONDAS, O BARULHO DO VENTO, PARA SER FELIZ, PARA ALCANÇAR A PAZ QUE TODOS DESEJAM É PRECISO APRENDER A DORMIR NOS BRAÇOS DO PAI EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA.

Aqui está a proposta para nós neste dia que se chama HOJE

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A liberdade revela que tipo de Filhos Somos e temos sido!

Esta frase tem trabalhado com meu interior no ultimo mês. A cada dia mais e mais filhos de Deus não sabem lidar com a liberdade que Cristo deu a eles.
Vejo como ainda os santos irmãos precisam de leis, regras e não aceitam muito a ideia de ser guiado pelo Espírito Santo que neles habita.

Como você amado leitor tem usado sua liberdade?
Pare e pense por alguns minutos...
Depois pense em parte da reflexão que tivemos no ultimo domingo para com um grupo de irmãos (Batista Betel em Alto Caparaó)na ultima noite de domingo
Atos 20.35
Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber.
Nossa liberdade em todos os níveis deve ser alvo de muito apreço e cuidado. Não são poucos os homens que usam mal sua liberdade. Na minha curta vida até aqui já presenciei muitos irmãos que usam sua liberdade para algo que pode prejudicar sua vida de comunhão com Deus. A obra que Jesus realizou foi uma obra libertadora no Espírito. Ele inaugurou uma nova era, dispensação da graça. Um homem que crê de coração e confessa que Jesus é seu Salvador, Senhor tem seu espírito salvo e daquele dia em diante ele passa a usufruir de uma vida espiritual livre. Mas aqui nasce uma crise, pois este homem tem uma alma e um corpo que precisam ser trabalhados por Deus. Sua Salvação precisa desenvolver-se!
Fp 2.12
Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;
Mas alguns equívocos que a religião tem divulgado:
1° A centralidade no Homem e em seu bem estar
2° A inversão de valor referente ao trabalhar de Deus: Corpo, alma e Espírito e não Espírito, Alma e Corpo.
Somente a Palavra de Deus revelada pode trazer a separação do que é Espiritual Alma, e Carnal em nós.
Hebreus 4:12
Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.
E sendo assim vale a pergunta: “Como temos usado nossa liberdade em Cristo”.
1° No que concerne a lei da semeadura:
Gl 6.7
Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.
Colhemos o que plantamos. E o que estamos plantando? Quantidade da semente ou qualidade da semente que temos semeado. Aqui está um segredo que tem feito alguns filhos de Deus cativos e sem paz.
Salvos mas sem paz e sem alegria proveniente da liberalidade. Vejamos:
Provérbios 11:24
A quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais; ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á em pura perda.
2ª Cor 9.10-15
Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus. Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus, visto como, na prova desta ministração, glorificam a Deus pela obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo e pela liberalidade com que contribuís para eles e para todos, enquanto oram eles a vosso favor, com grande afeto, em virtude da super abundante graça de Deus que há em vós.
Graças a Deus pelo seu dom inefável!
Semear amor, rectidão, ser amigo, ser uma pessoa confiável nos segredos a ti confiado. Traz resultados em forma de colheitas para sua vida. Nesta noite muitos não são livres na questão das finanças. São cristãos confusos sobre a questão dos dízimos e ofertas ao Senhor. Um cristão sem entendimento é presa fácil para obreiros fraudulentos e vendedores modernos da palavra.
2 Cor 2.17
Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.
Sl 14.4
Acaso, não entendem todos os obreiros da iniquidade, que devoram o meu povo, como quem come pão, que não invocam o SENHOR?
Fil 3.2
Acautelai-vos dos cães! Acautelai-vos dos maus obreiros! Acautelai-vos da falsa circuncisão!
Assim como parte da Igreja de Corinto duvidava do Apóstolo Paulo, acerca de seu apostolado e chamava de aproveitador o levando a ser mantido por outras localidades para não dar este direito aos irmãos de chamar a ele de aproveitador. Veja:
1ª Cor 9.02-07
Se não sou apóstolo para outrem, certamente, o sou para vós outros; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor. A minha defesa perante os que me interpelam é esta: não temos nós o direito de comer e beber? E também o de fazer-nos acompanhar de uma mulher irmã, como fazem os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? Ou somente eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? Quem jamais vai à guerra à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta um rebanho e não se alimenta do leite do rebanho?
Faço me valer desta noite para sermos esclarecidos a luz da palavra de Deus sobre este magno assunto com o seguinte dizer:
Quais seriam as razões daqueles que não desejaram dar ouvidos a mensagem de Noé, pois a arca era para ficar confinado? Quais seriam as razões da cidade de Jerusalém para não receber o cuidado de Jesus para com ela e o levou a chorar olhando para ela? Quais seriam as razões de um irmão que recebe sementes de Deus e tem reação de ingrato e de incrédulo? Pensando nisto nasceu esta reflexão: A liberdade revela quem verdadeiramente você é. Quer conhecer alguém de a ele liberdade!