domingo, 28 de dezembro de 2008

Enxergando a beleza de quem está ao nosso redor


O Sapo e a Rosa
8/5/2008-

Era uma vez uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida ao saber que era a mais linda do jardim.
Mas começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe.
Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo grande, e esta era a razão pela qual ninguém se aproximava dela.
Indignada diante da descoberta, ordenou ao sapo que se afastasse dela imediatamente.
O sapo, muito humildemente, disse:
- Está bem, se é assim que você quer...
Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la murcha, sem folhas nem pétalas.
Penalizado, disse a ela:
- Que coisa horrível, o que aconteceu com você?
A rosa respondeu:
- É que, desde que você foi embora, as formigas me comeram dia a dia, e agora nunca voltarei a ser o que era.
O sapo respondeu:
- Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a mais bonita do jardim...
***
Muitas vezes desvalorizamos os outros por crermos que somos superiores a eles, mais "bonitos", de mais valor, ou que eles não nos servem para nada. Deus não fez ninguém para "sobrar" neste mundo. Todos temos algo a aprender com outros ou a ensinar a eles, e ninguém deve desvalorizar a ninguém. Pode ser que uma destas pessoas, a quem não damos valor, nos faça um bem que nem mesmo nós percebemos.
Que Deus nos abençoe e nos ajude a enxergar a “beleza" dos outros.

Frase para meditação


Amar é ter um pássaro pousado no dedo. Quem tem um pássaro pousado no dedo sabe que, a qualquer momento, ele pode voar”
Rubem Alves

Disposição em obedecer a Palavra de Deus


Não apenas temos os pecados no lado negativo: a Bíblia nos mostra que ser negligente diante de Deus em nossa intenção de obedecer à Sua palavra também é pecado. Irmãos e irmãs, quantos mandamentos de Deus vocês têm lido, e a quantos têm obedecido? Quantos maridos amam a mulher e quantas mulheres se submetem ao marido? Uma irmã disse certa vez que sabia que devia submeter-se ao marido, mas sempre discutia um pouco antes de submeter-se. Ela percebeu com o tempo que nunca havia tido uma verdadeira submissão conforme o padrão do mandamento de Deus. Isso, é claro, é pecado. Quantos cristãos percebem que estar tristes é pecado? A Bíblia diz que devemos regozijar-nos sempre. Quantos cristãos têm obedecido a esse mandamento? Devemos ver que estar triste é pecado. Todos os que não se regozijam, pecam. O mandamento de Deus diz que por nada devemos estar ansiosos. Se estamos cheios de ansiedade, temos pecado. De acordo com o mandamento de Deus, estar triste e ansioso é pecado. Claro que, de acordo com o homem, estar triste ou ansioso não é pecado, mas a Palavra de Deus diz que a tristeza e a ansiedade são pecados. Devemos em tudo dar graças. Deus manda que demos graças em tudo. Em tudo devemos dizer: "Deus, eu Te agradeço e Te louvo". Mesmo que encontremos dificuldades devemos dizer: "Deus, eu Te agradeço e Te louvo". Uma mulher que teve nove filhos pensava que a palavra sobre não estar ansiosos estava equivocada. Ela alegava que uma mãe precisa estar ansiosa. Achava que não estar ansiosa era pecado. Já havia perdido dois filhos em meio à sua ansiedade e acreditava que devia criar os outros sete com ansiedade. Essa irmã não entendia que a ansiedade é pecado; pensava que era sua obrigação estar ansiosa. Regozijar-se sempre é um mandamento de Deus. Não andar ansioso de coisa alguma também o é. Em tudo dar graças, mais ainda, é um mandamento de Deus. A vitória e a força nos capacitam para obedecer o que Deus manda. Os que não conseguem vencer não são capazes de guardar os mandamentos de Deus.

domingo, 21 de dezembro de 2008

12 conselhos importantes para obreiros na seara do Mestre


1-) Aprendam a amar os outros, a pensar no bem deles, a ter cuidado por eles, a negar-se a si próprios por causa deles e a dar a eles tudo o que têm. Se alguém não consegue negar-se a si próprio em beneficio dos outros, ser-lhe-á impossível conduzir alguém no caminho espiritual. Aprendam a dar aos outros o que você tem, ainda que se sinta como se nada tivesse. Então o Senhor começará a derramar-lhe a Sua bênção.
2-) A força interior de um líder deveria equivaler à sua força exterior. Esforços em demasia, avanços desnecessários, inquietações, apertos, tensões, falta no transbordar, planos humanos e avanços na frente do Senhor, são todas as coisas que não devem ocorrer. Se alguém está cheio de abundância em seu interior, tudo o que emana dele é como o fluir de correntes de águas, e não existem esforços demasiados de sua parte. É preciso ser de fato um homem espiritual, e não simplesmente se comportar como um.
3-) Ao fazer a obra de Deus aprenda a ouvir os outros. O ensinamento de Atos 15 consiste em ouvir, isto é, ouvir o ponto de vista de outros irmãos porque o Espírito Santo poderá falar por meio deles. Seja cuidadoso, pois ao recusar ouvir a voz dos irmãos, você poderá estar deixando de ouvir a voz do Espírito Santo. Todos aqueles envolvidos em liderança devem assentar-se para ouvi-los. Dê a eles oportunidades ilimitadas de falar. Seja gentil, seja alguém quebrantado e esteja pronto para ouvir.
4-) O problema de muitos líderes é não estarem quebrantados. Pode ser que tenham ouvido muito, a respeito de serem "quebrantados" porém não possuem revelação dessa verdade. Se alguém está quebrantado, não tentará chegar as suas próprias decisões no que toca a questões importantes ou aos ensinamentos, não dirá que é capaz de compreender as pessoas ou de fazer coisas, não ousará tomar para si a autoridade ou impor a sua própria autoridade sobre os outros, nem aventurar-se-á a criticar os irmãos ou tratá-los com presunção. Um irmão quebrantado não tentará auto defender-se nem remoer-se por algo que ficou para traz.
5-) Não deve existir nas reuniões nenhuma tensão, tampouco na Igreja. Com respeito às coisas da Igreja aprenda a não fazer tudo você mesmo. Distribua as tarefas entre os outros e os leve a aprender a usar suas próprias capacidades de executar. Em primeiro lugar, você deve expor-lhes resumidamente os princípios fundamentais a seguir e depois se certificar de que agiram de acordo. É um erro você fazer muita coisa. Evite também aparecer demais na reunião, caso contrário os irmãos poderão ter a sensação de que você está fazendo tudo sozinho. Aprenda a ter confiança nos irmãos e a distribuí-la entre eles.
6-) O Espírito de Deus não pode ser coagido na Igreja. Você precisa ser submisso a Ele pois, caso contrário, quando Ele cessar de ungi-lo a Igreja se sentirá cansada ou até mesmo enfadada. Se o meu espírito estiver forte em Deus, ele alcançará e tomará a audiência em dez minutos; se estiver fraco não adiantará gritar palavras estrondosas ou gastar um tempo mais longo, o que inclusive com certeza será prejudicial.
7-) Ao pregar uma mensagem, não a faça demasiadamente longa ou trabalhada, caso contrário o espírito dos santos sentir-se-á enfadado. Não inclua pensamentos superficiais ou afirmações rasteiras no conteúdo da mensagem; evite exemplos infantis, bem como raciocínios passíveis de serem considerados pelas pessoas como infantis. Aprenda concluir o ponto alto da mensagem dentro de um período de meia hora. Não imagine que, o fato de estar gostando de sua própria mensagem, significa que as suas palavras são necessariamente de Deus.
8-) Uma tentação com que freqüentemente nos deparamos numa reunião de oração é querer liberar uma mensagem ou falar por tempo demasiado. Uma reunião de oração deve ser consagrada a oração, muito falatório levará à sensação, de sentir-se pesado, com o que a reunião se tornará um fracasso.
9-) Os obreiros precisam aprender muito, antes de assumirem uma posição onde tenham de lidar com problemas ou com pessoas. Com um aprendizado inadequado, um conhecimento insuficiente, um quebrantamento incompleto e um juízo não digno de confiança, serão incompetentes para lidar com os outros. Não tire conclusões precipitadas; mesmo quando se está prestes a fazer algo deve-se fazê-lo com temor e tremor. Nunca trate com leviandade as coisas espirituais. Pondere as no coração.
10-) Aprenda a não confiar unicamente em seus próprios juízos. Aquilo que consideras correto pode ser errado e aquilo que consideras errado pode ser correto. Se alguém está determinado a aprender com humildade, levará, com certeza, alguns poucos anos para terminar de fazê-lo. Portanto, por enquanto, você não deve confiar demasiadamente em si mesmo ou estar muito seguro a respeito, do seu modo de pensar.
11-) É perigoso para as pessoas da Igreja seguirem as suas decisões antes de você ter atingido o estado de maturidade. O Senhor operará em você para tratar seus pensamentos e para quebrantá-lo antes que você possa compreender a vontade de Deus e ser definitivamente ‘autoridade de Deus' - A autoridade se baseia no conhecimento da vontade de Deus. Onde não estiver sendo manifestado a vontade e o propósito de Deus, ali não há autoridade de Deus.
12-) A capacidade de um servo de Deus com certeza será expandida porém pelo mesmo Deus que o capacitou. Descanse em Deus, ame-o de todo o coração. Jesus disse "sem mim nada podereis fazer". A autoridade necessária para o desempenho do ministério é fruto de nosso relacionamento. Nunca olhe para dentro de você mesmo pois isso poderia desanimá-lo, porem, jamais abra mão da: - Intimidade com Deus, e - O conselho dos sábios que Deus colocou na Igreja. "Não fostes vós que me escolhestes, porém Eu vos escolhi a vós e vos designei para que vades e deis frutos e o vosso fruto permaneça afim de que tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome Ele vos conceda" Jo 15:16.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

10 MANEIRAS DE DESTRUIR UM CASAMENTO

Como um casal através do abuso do poder pode destruir o casamento.

1. Solicitar e exigir o centro das atenções.

Uma pessoa que só pensa em si mesmo está sendo governada pelo orgulho. Esse é o veneno que mata qualquer relacionamento.

2. Manipular, mandar e castigar.

A manipulação através da repreensão, desprezo, críticas, acusações e regularizações destrói o vínculo conjugal.

3. Negar intimidade.

O cônjuge que deseja o poder muitas vezes irá criar e manter a distância do parceiro. O medo de perder o "controle" não permite intimidade. Esse tipo de abuso pode levar o parceiro ignorado a procurar calor, aceitação e amizade em outros lugares.

4. Apenas receber

"O que eu ganho com isso?", é a pergunta na mente desse cônjuge. Algumas vezes o "recebedor" fará uso do charme, inteligência persuasão, desaprovação ou desprazer para conseguir o que quer dos outros. A tendência de usar o cônjuge com fins egoístas, não colaborando e tentando manipulá-lo, pode destruir a auto-estima da pessoa que está sendo vítima deste abuso.
Se um cônjuge precisa sempre receber, o outro tem de se mostrar sempre liberal.

5. Buscando o controle - o(a) controlador(a).

Os que temem que a vida possa controlá-los, no geral viram a mesa a fim de certificar-se de que controlam os outros. O "controlador" se torna mestre em ocultar do cônjuge os seus sentimentos, intelectualizando as situações, a fim de evitar mostrar emoção. Este cônjuge priva o relacionamento da espontaneidade, no esforço de manter sua imagem de parceiro que mantém o controle.

6. Apresentando um imagem de retidão - o cônjuge fariseu.

Infelizmente, muitos cônjuges pensam que sua bondade lhes trará realização, alegria, paz e felicidade na relação conjugal. Esta é a razão de se sentirem compelidos a apontar as fraquezas de outros. A briga neste tipo de relacionamento é caracterizada por um egoísmo que considera apenas os seus sentimentos e opiniões pessoais. O parceiro então desanima. Em razão de nunca ser suficientemente bom, o cônjuge abusado começa a assumir o papel de "mau" no relacionamento.

7. Mostrar-se superior.

A prioridade aqui é ser melhor que os outros. Esta atitude, lamentavelmente, se reflete com mais freqüência nos cristãos. Na realidade, o cônjuge "superior" muitas vezes se sente inadequado ou não se acha a altura do parceiro. O abusador, então, compensa o seu sentimento esforçando-se para ser mais competente, eficiente, reconhecido e útil ao outro.
O parceiro oprimido, em conseqüência, se fecha no que diz respeito a correr riscos e compartilhar no casamento, temendo que suas palavras sejam interpretadas de maneira diferente da pretendida. Torna-se submisso, controlado, manipulado e cauteloso, procurando a todo custo evitar ferir a sensibilidade do cônjuge "superior".

8. Buscando vingança.

Quando o cônjuge se sente desarmado e traído, sem esperança de vir a ser aceito, quase sempre busca vingar-se. O parceiro desanimado pode começar a ferir seu cônjuge verbalmente ou fisicamente, a fim de ficar quites.
Acredite, algumas pessoas mantém registros em sua mente sobre relacionamento conjugal. A vingança se torna, portanto, uma obsessão, deixando o outro cônjuge numa posição decididamente desvantajosa.

9. Esperando demais.

Quando as coisas não vão bem no casamento, a ameaça de rejeição pode provocar desânimo no cônjuge vitimado. Esta tática de poder, espera continuamente que o parceiro seja "mais e mais" e faça "mais e mais" para manter feliz o dominador. O parceiro mais fraco começa a compreender que, por mais que se esforce, jamais alcançará os padrões estabelecidos pelo "mais forte". Expectativas irreais pode intimidá-lo a ponto de fazê-los sentir incapaz de vir a ser aceito um dia.

10. Reter afirmação e conhecimento.

Quando deixamos de reconhecer o progresso e de apoiar a quem mais amamos, privamos o nosso parceiro da motivação que necessita para manter-se no caminho da excelência. Pegar na mão do cônjuge ou dar-lhe um abraço amável e amoroso irá operar maravilhas e ajudá-lo a melhorar cada vez mais. A espontaneidade de um beijo no rosto ou de um abraço apaixonado pode produzir o melhor dos efeitos e afirmar mais do que podemos imaginar em nosso casamento.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Saudades das cebolas do Egito


As cebolas do Egito se tornaram famosas muito mais pelas lamurias de Israel enquanto peregrinava pelo deserto, do que porque qualquer outra razão ou virtude.
O fato é que Israel fantasiou sobre as cebolas do Egito como nem os egípcios jamais o fizeram.
No Egito eles reclamavam de tudo, e nem viam as cebolas...
Agora, no deserto, comendo o maná que caía do céu todas as manhãs, e algumas codornizes que se “suicidavam” sobre eles de vez em quando, eles desenvolveram um fetiche acerca das cebolas do Egito.

Saudades do Egito.
Saudades da escravidão.
Saudades da servidão.
Saudades da opressão.
Saudades dos exatores.
Saudades das grandes pedras levadas às Pirâmides e monumentos.
Saudades do Nilo.
Saudades de Faraó.
Saudades da angustia.
Saudades de tudo...
Mas eram as cebolas as simbolizações de tal desejo: comer cebolas.

Eu gosto muito de cebola. Cebola de todo jeito, mas, especialmente, crua.
Já tive uma compulsão por cebola...

Sim! Em 1998, no mês de dezembro, todo estressado, oprimido de todos os lados, temendo que meu corpo não agüentasse as pressões, os cercos, as ameaças, as sentenças, e tudo o mais — comecei a sentir necessidade de comer cebola.

Descascava a cebola e a comia crua.

Depois descobri que era meu corpo que estava pedindo a cebola. Posteriormente um médico veio a me receitar cebola e alho por 21 dias.

Que jejum! Somente cebola, alho, alface nas duas primeiras semanas, e, depois, somente cebola e alho; a salvação era poder beber muita água.

E não foi o médico do Conde Drácula quem me receitou tal dieta. Mas funcionou. E, como resultado, limpou meu sangue, que estava uma lama de plasma dês-sistematizado.

Entretanto, nunca mais senti tal desejo!

Como cebola de modo normal; e não sinto nenhum impulso especial, muito menos saudade de cebola.

Todavia, esse súbito desejo por cebolas do Egito é um fenômeno psicológico comum entre os homens.

Sentir saudades das cebolas do passado é a doença de muitos!

Ora, pergunta você:

O que é sentir saudades das cebolas do Egito?

O Egito é o passado. As cebolas são as transferências que se faz quando o que era ainda futuro se faz presente contra as nossas expectativas, ou ilusões, ou rabugices.

Assim, alguém pede a Deus libertação de algo ou de alguém, ou de uma situação terrível. Algo tão ruim quanto existir para construir Pirâmides para faraós.

Sim! Era uma relação adoecida e perversa, ou um casamento mal e odiento, ou ainda era um patrão tarado por controle.

A pessoa fica livre!...

Mas, então, depois de um tempo, sente saudades da doença como um porco deseja a lama!

Desse modo, a saudade da cebola do Egito é qualquer coisa que no passado tenha sido uma desgraça, e que, agora, pela falta de senso de realidade, se torne para nós o que nunca antes foi ou será.

É assim que toda hora vejo pessoas que me angustiavam a alma com suas dores, de súbito, terem a cara de pau de vir até mim dizendo maravilhas sobre aquilo mesmo que no passado as matava de tristeza.

Saudades das cebolas do Egito é a doença que se abateu sobre Israel para sempre!

Jesus mesmo disse que nos dias Dele as cebolas do Egito se manifestavam pelo humor dos religiosos, os quais, à semelhança de meninos em uma praça, se convidados a cantar, diziam “não”, e se conclamados a brincar de chorar, também diziam “não”.

As saudades das cebolas do Egito se expressam como o limbo de descontentamento e de irrealidade que acomete a muita gente.

Ora, quando a pessoa não anda em contentamento, jamais aprenderá a viver sem fazer transferências de ilusórias felicidades para as cebolas do Egito.

Somente o contentamento em Deus é que pode nos fazer viver sem esquecimento auto-imposto, sem auto-engano, sem transformações arbitrarias de angustias passadas em memórias de alegria, sem maquiagens de mentira na realidade, e, sobretudo, sem o surto de abraçar a sucuri que nos matava, só que agora a chamando de “meu amor”.

É o olhar do contentamento o poder que nos mantém na realidade.

Sim! Pois sem o contentamento que excede ao entendimento [e as sensorialidades], e que decorre da fé, ninguém pode viver cada dia o seu próprio mal; e isto sem a fantasia de que o que um dia se pensou ter, e que se descobriu que era mal, não retorne a nós com poderes de sedução semelhantes aos das cebolas do Egito.

Contentamento, no entanto, é filho da confiança no cuidado do Pai por nós.

É por isto que se diz que o justo viverá pela fé, pois, de fato, tudo volta sempre para o mesmo lugar: confiar ou não confiar.

Quem não anda pela fé, quando o deserto se alonga, e a jornada demora, muitas vezes acaba chamando “urubu de meu louro”.

Ora, quando é assim tem gente que fica com saudade até da morte da qual um dia fugiu.

Você é um desses?

Caio Fabio em Novembro de 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Muito cuidado por onde andas!



Uma família foi ao circo divertir-se, porém o passeio tornou-se numa terrível tragédia. O pai levava seu pequeno filho pela mão, quando uma leoa faminta, sem que pudesse ser percebida, atingiu a criança com um golpe violento e certeiro, puxando-a forçosamente para dentro da jaula dos leões, por meio das grades. A partir daí, indefeso e cercado pelos animais famintos, o menino não resistiu e, diante dos pais, foi literalmente trucidado. Essa fatídica cena real traz-nos uma imagem de como tem sido nosso cotidiano. Pais têm levado seus filhos a se divertir, mas não percebem o perigo que, muitas vezes, estão correndo. Ao passar a distância de um braço da jaula, o ataque tornou-se possível. Da mesma forma, sem discernir os "animais selvagens" que estão no "circo" da vida, os pais, não raramente estão conduzindo seus filhos a ficarem muito perto das drogas, da prostituição e da delinqüência. Uma vez tragados para dentro de suas "jaulas", suas vítimas ficam totalmente vulneráveis e são consumidas, diante do olhar incapaz dos pais. Tais situações, dramáticas e cruéis, são comuns na atualidade. Jovens estão sendo levados por traficantes a se perder nesses caminhos de desgraça e ruína, com volta cada vez mais difícil, enquanto seus responsáveis estão pagando suas passagens e até mesmo levando-os pelas mãos. Não somente os pais, mas também mestres e educadores, sem conhecer a gravidade e os riscos que a nova geração está enfrentando, agem descuidadamente e, assim, cooperam para entregar não poucos indefesos para as garras de uma "leoa" qualquer. Uma pessoa que não conhece a Bíblia e sua revelação divina, como poderá conduzir com segurança aqueles que estão sob sua responsabilidade? O inimigo do homem não é visível aos seus olhos, pois nossa luta não é contra carne e o sangue, mas contra os principados e potestades, os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes (Efésios 6:12). Devemos ficar bem alertas, uma vez que: "Há caminho que ao homem parece direto, mas ao cabo dá em caminhos de morte" (Provérbios 14:12). Por isso não sejamos néscios, mas conheçamos mais o Senhor Jesus, pois Ele é nosso "Bom Pastor", que sabe como conduzir-nos e a nossos filhos: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu Senhor estás comigo" (Salmos 23:4)."

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A Parábola do Sal

"O sal é certamente bom; caso, porém, se torne insípido, como restaurar-lhe o sabor? Nem presta para a terra, nem mesmo para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça." Lucas 14:34-35 Se perdermos nosso sabor, isto é, se não formos separados, a conseqüência será o que está neste versículo; seremos lançados fora. A “terra” representa o reino. Não é adequado colocar no reino um cristão que perdeu o sabor. O “monturo” (monte de esterco) é um lugar sujo e impuro; ele representa o Geena, que é o lago de fogo. Tampouco é adequado colocar um cristão que perdeu o sabor no lago de fogo, porque ele já está salvo. “Lançam-no fora”. Uma vez que não é adequado para o reino nem para o lago de fogo, ele é lançado fora, isto é, lançado para fora da glória do reino. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”. Isso é uma advertência. Tudo que nos separa de Cristo também faz com que percamos o sabor. Preservar o sabor é ter força; perder o sabor é perder a força. Isso é algo muito sério! Não devemos amar o mundo; devemos amar totalmente o Senhor. De outra maneira, o reino não terá nada que ver conosco. Não se trata do quanto fizemos. Em vez disso, será que tudo que é nosso está no altar? Hoje é o tempo de nos consagrarmos ao Senhor; consagrar-nos naquele dia será muito tarde.
Fonte: Extraído do Livro "A Salvação da Alma" – W.Nee

Ilustração para Familia Cristã

O motivo do grito


“A boca só fala do que o coração está cheio, verifique sempre o conteúdo de seu coração”.
Falando de distâncias entre corações...

Um dia, um homem sábio fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Porque as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está a seu lado, questionou novamente o pensador...
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre voltou a perguntar:
Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa?
O fato é que quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito; para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
- Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
- Elas não gritam. Falam suavemente.
- E por que? Porque seus corações estão muito perto...a distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam,somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Jesus o amava, mas ele morreu...

JESUS O AMAVA, MAS ELE MORREU!


Jesus amava Lázaro, mas Lázaro morreu. E se ressuscitou, antes havia morrido, de dia em dia, de fôlego em fôlego, até o fim; e, depois, tão bem morrido esteve, que apodreceu ao ponto de criar o choque de repugnância que sobre todos veio. “Já cheira mal. Já é de quatro dias” — era o que se sabia sem dúvida alguma.

Enquanto ficava fraco, era amado. Enquanto sucumbia à doença, era amado. Enquanto falia dia a dia, e gemia em dores, até esvair-se, e morrer, era, todavia, muito amado.
E se não tivesse ressuscitado seria menos amado?
Ah, não mesmo! Afinal, Jesus mesmo disse que estava fazendo o que fizera, apenas para que os homens cressem, e não para Lázaro se sentisse mais amado.
Lázaro morreu. Mas e daí? Se Paulo dizia que era lucro partir e estar com Cristo, que não dizer do fato que para Lázaro o céu estava Lá e estava Cá; pois, Lá, estava Cristo, no Mistério do Pai; e, Aqui, estava Jesus, que era Um com o Pai.
“Já passou da morte para a vida” é a garantia que Jesus nos dá quanto ao fato de que agora tudo é nosso, seja a vida, seja a morte, sejam as coisas do presente ou do porvir, tudo é nosso, e nós de Cristo, e Cristo de Deus.
Isto é o que significa a afirmação de Paulo acerca de que nada, em nenhuma dimensão, pode nos separar do amor de Cristo.
Houve outro Lázaro muito amado que morreu e, aos olhos de todos na Terra, ficou morto; só sabendo nós de sua vida eterna pelo apocalipse que Jesus fez, de forma fabulosa e parabólica, da continuidade da existência “daquele Lázaro” no seio de Abraão. Sem Jesus e Seu olhar este segundo Lázaro seria um desgraçado anônimo que havia morrido sem Deus e se perdera. Para quem têm bens, mendigos parecem não ter eternidade.

“Está enfermo aquele a quem amas”, mandaram dizer a Ele; mas Ele ficou ainda alguns dias no lugar onde estava.

Jesus amava a Lázaro sadio, enfermo, morto, ressuscitado, morto outra vez, e unido ao outro Lázaro no carinho de Abraão.

Jesus ama a Lázaro. Lázaro é que imagina que o Lázaro amado por Jesus é o Lázaro socorrido com pressa: antes de a doença chegar, antes da dor se instalar, antes da fraqueza abater, antes do ar faltar, antes do coração parar, antes do cérebro entrar em irreversibilidade.

Jesus, no entanto, ama Lázaro podre! E não o faz deixar de estar podre de tão morto que estava apenas para provar que amava a Lázaro. Afinal, somente Jesus sabe se é a vida, a morte, a dor, a perda, o socorro, ou indisponibilidade de Deus aquilo que levará o homem ao amor de Deus.

Jesus ama Lázaro vivo ou morto!

Sim, pois, para Ele, a luz e as trevas, a vida e a morte, são a mesma coisa.

Jesus ama!

E é só isto!

Só isto?

O que você quer mais?

CFA

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

FRASE PARA FIM DE ANO

O que me apavora não é o grito dos maus, mas o silencio dos bons!

AOS PAIS COM CARINHO

Com quem está o trono?

1ºReis 1:5,6

Davi foi um personagem do antigo testamento com um problema muito moderno. Ele se omitiu em momentos decisivos, de estabelecer limites para os filhos como podemos conferir nos livros de 1º e 2º Samuel e mais especificamente nos versos acima em que Adonias o quarto filho de Davi com Hagite quis usurpar o trono.

Como Davi, os pais, as vezes, querem evitar envolvimento em situações em que a confrontação é inevitavél. Será que existe alguma coisa em ralação a nossos filhos que permitimos que continue ocorrendo mesmo cientes de que é errada?

A Bíblia faz questão de apontar a negligência de Davi, como Pai, quando disse:"Jamais seu pai o contrariou". Se derem liberdade incondicional aos filhos para fazer escolhas os pais deixaram de reinar em casa e por causa disto sentirão ao final o gosto amargo de encontrar o pequeno Adonias seu filho assentado no trono, liderando de maneira infantil sua vida.
Nossos filhos precisam de placas na estrada da vida que indiquem o que podem e o que não podem.

Que o Senhor Jesus com sua Palavra, nos dê graça para conduzirmos nosso filhos de maneira adequada. Todo trabalho na infância não é garantia de sucesso, mas sua omissão, praticamente, assegura o fracasso.

Pense nisto neste dia!!!